Álvaro Cunhal

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Alvaro Cunhal (1913-2005)

Álvaro Barreirinhas Cunhal sutiyuq runaqa (* 10 ñiqin ayamarq'a killapi 1913 watapi paqarisqa Sé Nova llaqtapi - 13 ñiqin inti raymi killapi 2005 watapi wañusqa Lisboa llaqtapi) Purtugal mama llaqtayuq qillqaqninmi kachkan.

Taytan: Avelino Henriques da Costa Cunhal, Maman: Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal.
Warmi: .

Qillqasqankuna[llamk'apuy | pukyuta llamk'apuy]

Álvaro Cunhal, por Henrique Matos

Colaboró en varios periódicos y es autor de varias obras:

  • Rumo à vitória, (1964);
  • O radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista, (1970 e 1971);
  • Contribuição ao estudo da questão agrária – I e II, (1976);
  • A revolução portuguesa – o passado e o futuro, (1976);
  • As lutas de classes em Portugal nos fins da Idade Média, (1980);
  • O partido com paredes de vidro, (1985);
  • Discursos políticos – 22 volumes, (1974-1987);
  • Acção revolucionária, capitulações e aventura, (1994);
  • A arte, o artista e a sociedade, (1996);
  • O Aborto – causas e soluções, (1997);
  • A verdade e a mentira na revolução de Abril (a contra-revolução confessa-se), (1999).

También fue autor de varias novelas y obras de narrativa, publicadas con el pseudónimo de Manuel Tiago, pintor e ensayista: Obras literarias (publicadas con el pseudónimo de Manuel Tiago):

  • Até Amanhã, Camaradas;
  • Cinco Dias, Cinco Noites;
  • A Estrela de Seis Pontas;
  • A Casa de Eulália;
  • Fronteiras;
  • Um risco na areia;
  • Sala 3 e outros contos;
  • Os corrécios e outros contos;
  • Lutas e vidas – um conto.

Artes Plásticas:

  • Desenhos da Prisão – I e II.

Kaypipas qhaway[llamk'apuy | pukyuta llamk'apuy]

Willay pukyukuna[llamk'apuy | pukyuta llamk'apuy]

Hawa t'inkikuna[llamk'apuy | pukyuta llamk'apuy]

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